SOBRE:

22 anos - Homem - Áries com Ascendente em Áries e Lua em Áries - São Paulo - SP - assalariado - estudante
Musica:
Metal Clássico, Medieval, MPB, Synth, 80s, 90s e outros
Literatura:
Gótica, Mística e Cult
Lugares:
Cinema, Parques e Festas
Bebidas:
Vinho, vodka, whisky e outros
Hobbies:
Baladas, ler, jogar online, ficar ao telefone, Sexo, Dançar e Beber

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...E ele viu como a Luz era bela e desejou possui-la e assim a Luz se fez

PENSAMENTO:

CURIOSIDADE:
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Blackmore's Night

Blackmore's Night

Você gosta de música medieval?
Você ja ouviu falar em Blackmore's Night?

"Blackmore's Night é uma banda de folk rock/new age estadunidense de estilo renascentista liderado por Ritchie Blackmore (guitarra e violão) e Candice Night (letras e vocal principal)"
- wikipedia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Blackmore's_Night) 23/08/2006"

Se houvesse possibilidade, disponibilizaria aqui todo o acervo da banda com letras, musicas e etc, mas papai lei não deixa e mamãe direito autoral não quer. Tenho tudo, para quem teve a sorte de conhecer e para quem não conhece, uma amostra:

Blackmore's Night - Home Again

I've been many places
I've traveled 'round the world
Always on the search for something new
But what does it matter
When all the roads I've crossed
Always seem to return to you

Old familiar faces
Everyone you meet
Following the ways of the land
Cobblestones and lanterns
Lining every street
Calling me to come home again

Dancing in the moonlight
Singing in the rain
Oh, it's good to be back home again
Laughing in the sunlight
Running down the lane
Oh, it's good to be back home again

When you play with fire
Sometimes you get burned
It happens when you take a chance or two
But time is never wasted
When you've lived and learned
And it time it comes back to you

And when I got weary
I'd sit a while and rest
Memories invading my mind
All the things I'd treasured
The ones I'd loved the best
Were the things that I'd left behind

Blackmore's Night - Home Again (tradução)

Em casa de novo

Eu estive em muitos lugares
Eu viajei ao redor do mundo
Sempre à procura de algo novo
Mas, o que isso importa,
Quando todas as estradas que eu atravessei
sempre parecem voltar para você?

Velhos rostos familiares
Todos que você conhece
Seguindo os caminhos da terra
Paralelepípedos e lanternas
Cobrindo todas as ruas
Me chamando para voltar pra casa de novo

Dançando sob o luar
Cantando na chuva
Oh, é bom estar em casa de novo
Rindo na luz do sol
Correndo pela estrada
É bom voltar pra casa

Quando você brinca com fogo
Às vezes você se queima
Isso acontece quando você se arrisca uma ou duas vezes
Mas tempo nunca é gasto,
Quando você viveu e aprendeu
E é hora disso voltar pra você

E então eu me cansei
Eu sentei um pouco e descansei
Lembranças invadindo minha mente,
Todas as coisas que eu estimei
Aqueles que eu mais amei
Foram as coisas que eu deixei para trás...

Bom proveito:
Baixar Home Again - arquivo wma
Musica é do album Fires At Midnight lançado em 2001

Baixar Home Again ao Vivo - arquivo wma
Esta musica é do album Richard The Difficult que foi gravado ao vivo em 25-05-2003

Baixar Spanish Night - arquivo mid
Do albúm Under a Violet Moon de 1999



- Postado por: Jefferson às 10h26
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Blackmores Night

Blackmores Night

Endereço do site oficial http://www.blackmoresnight.com/

Classificação:



- Postado por: Jefferson às 10h24
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...

.



- Postado por: Jefferson às 05h58
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                                  ..:::.


- Postado por: Jefferson às 04h16
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Surto:Honra

Honra

Repetição de trabalho que não tem valor
Obrigados a repetir os dias

Iguais ao dia de ontem
e anteontem

Tempos remotos
E Hoje,
A vida não tem valor significante
O valor da vida é igual de sua repetição cotidiana

Quem não trabalha não tem honra,
E Honra
Permite gozar de bom conceito junto à sociedade

Quem não tem honra é um ofensor,
Vírus, precisa ser eliminado!
Então a honra é lavada:
-Você esta demitido, banido, expulso, preso, excumungado, exilado

 Jefferson Rosa - segunda-feira dia 14 de agosto de 2006 - 02:50 da manhã , após o dia dos pais =(Não pude comprar nada!)

(Se tivesse optado por sociologia, talvez virasse um ofensor da Ética ou morria do coração por não conseguir ficar quieto sobre essa tal "Sociedade" construída pela evolução e domada ou quem sabe entrava na cúpula) - CATEGORIA: Surtos



- Postado por: Jefferson às 02h53
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Só poderei ir na faculdade na segunda dia 07 de agosto, subi as escadas para retirar o cachorro de apenas 8 meses e quase 40 kilos, ele tinha ganhando um osso do femur de boi e destroçou, não vi que ele havia deixado um pedaço de osso na escada e com ele no colo para faze-lo descer, tropecei no osso e cai 3 degraus com meu peso + o peso dele em cima do meu pé e o resultado foi uma contusão que mal me permite andar, mas com isso não posso deixar de ir trabalhar, perder dia de trampo é perder dinheiro e as contas nunca param, mas ir pra faculdade, andar na paulista cheia estudar e ainda sentir dor após um longa noite de trabalho é sofrer demais...

 



- Postado por: Jefferson às 00h48
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Continuando a limpeza do baú (mais detalhes no post anterior à este)

O laço de fita

Não sabes, criança! ´Stou louco de amores...
Prendi meus afetos, formosa Pepita.
Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas ?!
Não rias, prendi-me
Num laço de fita.

Na selva sombria de tuas madeixas,
Nos negros cabelos de moça bonita,
Fingindo serpente quènlaça a folhagem,
Formoso enroscava-se
O laço de fita.

Meu ser, que voava nas luzes de festa,
Qual pássaro bravo, que os ares agita,
Eu vi derrepente cativo, submisso
Rolar prisioneiro
Num laço de fita.

E agora enleada na tênue cadeia
Debalde minhàlma se embate, se irrita...
O braço, que rompe cadeias de ferro,
Não quebre teus elos,
Ó laço de fita!

Meu Deus! As falenas têm asas de opala,
Os astros se libram na plaga infinita.
Os anjos repousam nas penas brilhantes...
Mas tu... tens por asas
Um laço de fita.

Há pouco voavás na celebre valsa
Na valsa que anseia, que estua e palpita
Porque é que tremeste? Não eram meus lábios...
Beijava-te apenas...
Teu laço de fita.

Mas ai! findo o baile, despindo os adornos
Nálcova onde velo ciosa... crepita,
Talvez da cadeia libertes as tranças
Mas eu... fico preso
No laço de fita.

Pois bem! Quando um dia na sombra do vale
Abrirem-me a cova..., formosa Pepita!
Ao menos arranca meus louros da fronte,
E dá-me por C`roa...
Teu laço de fita

São Paulo, julho de 1868

(Este é um dos favoritos também que achei no mesmo livro, o intrigante é que não havia referência a autor, somente isso mesmo "São Paulo, julho de 1868" sera que é de autor desconhecido? ou esqueceram de referênciar o autor? parece ter erros de português no poema mas não há, ele foi escrito assim por causa da época "C`roa, ´Stou, quènlaça, minhàlma, Nálcova"  este assemelha a uma invocação).

Hino ao Sono

Ó sono! ó noivo pálido
Das noites perfumosas,
Que um chão de nebulosas
Trilhas pela amplidão!
Em vez de verdades pâmpanos,
Na branca fronte enrolas
As lânguidas papulas,
Que agita a viração.

Nas horas solitárias,
Em que vagueia a lua,
E lava a planta nua
Na onda azul do mar,
Com um dedo sobre os lábios
No vôo silêncioso,
Vejo-te cauteloso
No espaço viajar!

Deus do infeliz, do mísero!
Consolação do aflito!
Descanço do precito,
Que sonha a vida em ti!
Quando a cidade tétrica
De angústias e dor não geme...
É tua mão que espreme
A dormideira ali.

Em tua branca túnica
Envolves meio mundo...
É teu seio fecundo.
De sonhos e visões,
Dos templos aos prostíbulos,
Desde o tugírio ao Paço.
tu lanças lá no espaço
Punhados de ilusões!...

Da vide o sumo rúbido,
Da hatchiz a essência,
O ópio, que indolência
Derrama em nosso ser,
Não valem, gênio mágico,
Teu seio, onde repousa
A placidez da lousa
E o gozo do viver...

Ó sono! Unge-me as pálpebras...
Entorna o esquecimento
Na luz do pensamento
Que abrasa o crânio meu,
Como o pastor de Árcadia,
Que uma ave errante aninha...
Minhàlma é uma andorinha...
Abre-lhe o seio teu.

Tu que fechaste as pétalas
Do lírio, que prendia,
Chorando a luz do dia
E os raios do arrebol,
Também fecha-me as pálpebras...
Sem Ela o que é a vida ?...
Eu sou a flor pendida
Que espera a luz do sol.

O leilo das Eufórbias
P`ra mim não é veneno...
Ouve-me, ó Deus sereno!
Ó Deus consolador!
Com teu divino bálsamo
Cala-me a ansiedade!
Mata-me esta saudades,
Apaga-me esta dor!

Mas quando, ao brilho rutilo
Do dia deslumbrante
Vires minha amante
Que volve para mim;
Então ergue-me súbito...
É minha aurora linda...
Meu anjo...mais ainda...
É minha amante enfim!

Autor não definido (estava dessa forma no livro)

Acabou parte da limpeza do baú, os proximos serão próprios!



- Postado por: Jefferson às 01h28
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A História da postagem anterior a esta,eu decidi escreve-la em um caderno ao invés de escreve-la aqui no blog que ficaria em ordem inversa por causa da ordem que são publicados os posts.
Ccomeçou a correria na faculdade .

Estava arrumando a bagunça do quarto e encontrei em um fichario velho do ano 2000 com algumas velharias interessantes que retirei da biblioteca da escola quando estava no 1º ou 2º ano do ensino Médio (não lembro)

Colocarei agora alguns poemas deste velho fichário, não é CTRL+C/CTRL+V de sites da internet, tive o trabalho de digitar tudo e senti-los na época , talvez alguém até encontre estes na internet, se encontrar parabéns pela paciencia em procurar e se quiser me avisar o nome do livro que não lembro ou o nome dos autores! É gratificante abrir um arquivo secreto de coisas mágikas e compartilhar! as folhas ficarão amarelas e seria egoísmo poupar pessoas de sofrer ou sorrir com esse poemos velhos e maravilhosos dos quais tive a oportunidade de expor para algumas poucas pessoas que puderam sentir os Poemas com suas próprias formas de sentir, bem agora os Poemas com suas respectivas referências citadas no livro:

É Tarde

Olha-me ó virgem, a fronte
Olha-me os olhos sem luz
A Palidez do infortúnio
Por minhas faces transluz
Olha, ó virgem não te iludas
Eu só tenho a lira e a cruz

(Junqueira Freire - No Livro não havia data, somente referência ao autor - era um livro velho, amarelado e caindo aos pedaços, não me recordo o nome, era uma coletânia de literatura luso-brasileira)

...
Não me leias se buscas flamejante novidade ou sopro de Camões.
Aquilo que revelo e o mais que segue oculto em vítreos alçapões
São notícias humanas,
simples estar-no-mundo, e brincos de palavra, um não-estar-estando
mas estando de tal jeito urdidos o jogo e a confissão que nem distingo eu mesmo

O vívido e o inventado
Tudo vivido? Nada.
Nada vivido? Tudo.
A orelha pouco explica de cuidados terrenos e a poesia mais rica é um sinal e menos.

(Poema de Drummond que serviu de orelha para o livro "Poemas", 1959, copiado no velho fichario dia 04/12/2000)  um dos Favoritos

Memória

Amar o perdido
deixa confundido
este coração

Nada pode o ouvido
contra o sem sentido
apelo do Não

As coisas tangíveis
Tornan-se insensíveís`
a palma da mão

Mas as coisas findas
muito mais que lindas,
essas ficarão.

(Carlos Drummond de Andrade, do mesmo livro da poesia do Junqueira)

Ser

O filho que não fiz
hoje seria homem
Ele corre na brisa,
Sem carne, sem nome

Ás vezes encontro
num encontro de nuvem
Apóia em meu ombro
seu ombro nenhum

Interrogo meu filho,
Objeto de ar:
em gruta ou concha
Quedas abstrato?

Lá onde eu jazia,
responde-me o hálito,
Não me percebeste,
contudo chamava-te

Como ainda te chamo
(Além, além do amor)
onde nada, tudo
aspira e criar-se

O filho que não fiz
faz-se por si mesmo

(Carlos Drummond de Andrade - do mesmo livro)

Confissão

Não amei o bastante meu semelhante,
Não catei o verme nem curei a sarna.
Só proferi algumas palavras, melodiosas, tarde, ao voltar da festa.

Dei sem dar e beijei sem bejio,
(Cego é talvez quem esconde os olhos embaixo do catre) E na meia luz
tesouros fanan-se, os mais excellentes.

Do que restou, como compor um homem
e tudo que ele implica de suave,
de concôrdâncias vegetais, murmúrios de riso, entrega, amor e pidedade?

Não amei sequer a mim mesmo,
contudo proximo. Não amei ninguém.
Salvo aquele passáro - vinha azul e doido -
que se esfaleceu na asa do avião.

(Carlos Drummond de Andrade - Idem)

Sonetilho do falso Fernando Pessoa

I
Onde nasci, morri
II
Onde morri, existo.
III
E das peles que visto,
IV
muitoas há que não vi

Sem mim como sem ti
posso durar.Desisto
de tudo quanto é misto
e que odiei ou senti

Nem Fausto nem Mefisto,
à deusa que seri
deste nosso oaristo,

eis-me a dizer: assisto
além, nenhum, aqui,
mas não sou eu, nem isto.

(Carlos Drummond de Andrade - Idem)

Endechas a Bárbara

Aquela cativa
Que me tem cativo,
Porque nela vivo,
Já não quer que viva.
Nunca vi rosa
em suaves molhos,
Que para meus olhos
fosse mais formosa.

Nem no campo flores,
Nem no céu estrelas,
Me parecem belas
Como os meus amores:
Rosto singular,
Olhos sossegados,
Pretos e cansados,
Mas não de matar;

Uma graça viva,
Que neles lhe mora,
Para ser senhora
De quem é cativa;
Pretos os cabelos,
Onde o povo vão
Perde opinião
Que os louros são belos.

Pretidão de amor,
Tão doce figura,
Que a neve lhe jura
Que trocara a cor.
Leda mansidão,
Que o siso acompanha,
Bem parece estranha,
Mas Bárbara não.

Presença serena
Que tormenta amansa:
Nela enfim descança
Toda minha pena.
Esta é a cativa
que me tem cativo;
E, pois nela vivo,
É força que viva.

(Redondilha de Luíz Vas de Camões)  um dos Favoritos - Assemelha até meu estilo escrever

Amor é Fogo

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode a seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo amor ?

(Soneto de: Luíz Vas de Camões - quem não conhece este é porque nunca ouviu Legião Urbana - musica Montecastelo do Album quatro estações ou nunca freqüentou as aulas de literatura, vi esta poema passado por 4 professoras diferentes em séries diferentes na escola, este acredito que é o poema mais famoso do Brasil e na minha opinião um dos mais belos - )



- Postado por: Jefferson às 00h57
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O Começo de mais uma das Histórias

Domingo a noite em São Paulo, para os paulistanos que estão acustumados com a média de 25 ºC em pleno domingo a noite de 12 ºC é considerado frio e não da nem vontade de sair da cama , pois foi isso que eu fiz até a hora de levantar para ir trabalhar e aconteceu um devaneio :

     Em floresta desconhecida e cansado, procurei uma clareira para descançar com meu cavalo. O sol procurava esconder-se atrás das montanhas e o vento forte envergava os pinheiros derramavam pinhas ao redor de todo o caminho. Encontrei na clareira, um lugar limpo e seco de terra escura, desci do cavalo e ouvi um relincho de alegria e disse:


-Calma Mentor! vamos descançar agora!

     Acaricei a crina do Mentor e comecei a desamarrar a pesada bolsa de lixos e coisas que encontrei pelo caminho e estavam amarradas a ela. A pesada bolsa caiu no chão e abriu revelando muitas coisas que encontrei em duas luas de viagens, retirei uma pequena jarra e bebi não estava com tanta sede assim mas Mentor estava sedento, estendi em concha as palmas das mãos e derramei agua, ofereci agua ao meu cavalo que bebeu duas vezes e fiz ele sentar. Ele me encarou com aqueles olhos negros e pidões e entendi que estava com fome, voltei para a bolsa no chão e pensei: milho, aonde está o milho? Procurei e não encontrei, procurei mais uma vez! nada para comer somente raízes que cozinharei esta noite para comer, um pouco de sal, pimenta e uma pêra. Ele não come esta tipo de raíz é muito dura para mascar senão estiver cozida, a pêra não vai matar a fome de um cavalo tão grande e forte como o Mentor, estendi a pêra até ele que devorou-a rapidamente enquanto isso sentei e disse:


-Não destes um pedaço para mim Ô! glutão!

Riiiiinch. Ele relinchou mais animado. Retirei minha Aljave de flechas e o arco médio das costas e coloquei no chão e contei as flechas, 15 no total. Encostei o dorso no Mentor e comecei a pensar:


Acenderei uma fogueira e procurarei alguma ave e frutas para depois comermos mas vou descançar um pouco agora.

Cansado fechei os olhos por um instante.



- Postado por: Jefferson às 02h14
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As aulas da faculdade ja vão começar de novo agora dia 1 de agosto de 2006 - Terça feira, e ja vem a correria na repetição da vida do brasileiro, acordar, tomar banho, comer, correr para o trabalho, correr para o metrô, correr para a faculdade, se matar de estudar, chegar em casa, ir na academia, fazer trabalhos, tomar banho, dormir um pouco, acordar... e assim vai até dezembro ...



- Postado por: Jefferson às 00h52
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A Prisão

Ofereci meu peito quente
Na hora do cansaço
Com deleite deitou

Minhas mãos que teus cabelos afagou
Com essas ingênuas mãos do cego
Cego estava por completo
Em não sentir teus olhos

Belos e vazios

Como serpente encantava vítima
Era aquele momento

Uma mudança interior
Com força sobrenatural
Um poder criador
Com imposição imoral

Embriagado por algo
Que prende o homem desde o passado
Esse encanto maldito
Que nos deixa travados

Tempos e tempos
para o encanto enfraquecer
E com toda malícia em potencial
Com objetivo mau

Seus olhos
Que belos eles são
Não servem para brilhar
Porque é perdição

Perdição é teu encanto
Seus belos olhos
Que defloraram anos de vida mortal
Por um objetivo mau

Havia um mundo
Com uma mágika proteção
Algo In divino
Sem definir explicação

Com uma simples palavra
Simples revelação
Destruiu esse mundo
E Revelou sua podridão

Porém o encantamento
Ja consumirá varias forças
Houve muitas perdas
E preparei minhas trouxas

Tiveste triunfo
Sem olhar para atráz
De cabeça erguida
Retirei-me

E teu veneno veterano
Como rastro de lesma
Deixado para traz
Levou consigo
Uma fortaleza
Que te colocará grilhões
Com o anjo da morte

Tua força foi compartilhada
Dividida e Eliminada

Notícias galopam
Elas nada representam
e nada mudarão

Não há reínicios
Não há solução
Só consequencias
Que ficarão

A distancia é enorme
Nossos mundos não são paralelos

Sei que nunca esquecerá
Do meu forte abraço
Que estes olhos vazios pôde tocar

Escrito por Jefferson Rosa na Quinta-Feira de 27 de Julho de 2005 por volta das 3 horas da manha.



- Postado por: Jefferson às 03h31
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Quase um ano para esse blog ser atualizado realmente é algo que somente uma pessoa impulsiva ou esquecida pode fazer afinal nao tenho obrigação de atualizar esse blog nem mesmo memória de que ele exista e esse é o motivo que levou-me a atualizar esse espaço novamente, meu espaço, que pode ser visto por muitas e muitas pessoas !

Será Voyerismo ? ter as idéias lidas por pessoas que não conheço ? Isso é feita desde o passado pelos escritores que imortalizaram suas obras, inventores que mudaram o mundo e etc ...

Qual o objetivo ?
Não quero imortalizar obras ou mudar o mundo e Não importa ! Somente existe então vamos aproveitar !



- Postado por: Jefferson às 01h32
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Anjo da morte

Eu nunca mais senti
A presença do Anjo da morte
Chorar, as vezes rir
É bom mas não todo dia

Em tantas coisas acreditei
Você me deu asas pra voar
Tantos lugares atravessamos
Deuses mitológicos, submundos, o Grande mar

E era bom
Como uma criança em tuas mãos
Pude me entregar
O meu orgulho, minhas lágrimas
O meu medo e o amor

Suave, livre, constante, sedutora e natural
Te senti com meu clamor
Como uma Deusa imortal

Tudo tão simples
Vestida como a natureza
Era um mundo ideal

Voei com asas livres pelo ar
Não tinha notado que havia grilhões em meus pés

Voei tão alto que a corrente chegou ao seu fim
Lutei como um passáro tenta escapar da armadilha

Mas você percebeu e veio ao meu encontro
Com teus lábios anestésicos
Cai no teu encanto
De que ali era um bom lugar

Ja com sono
Cansado da Dor
Inebriado

Tua face revelada
Sem discernir, dancei na tua loucura
Esse suave veneno que me preencheu

Clamava FORÇA ! Pra resistir
Me deparei nu em pêlo

Ja sem asas
Sentindo o flagelo daquela dança
O medo enroscado como uma trança
Enforcando meu pescoço
Sem nada a perder, arrisquei me levantar
Dançando com você

Embriagado sem saber o que fazer
Compreendi o desejo da sua loucura
Mas até hoje nao sei a razão

Fechei os meus olhos e caminhei em direção ao espelho
Ao encontro de mim mesmo

Sem nada a perder
Só resta a minha própria vida
Que até esta foi ameaçada
Entreguei-me a minha propria loucura

E o único mau que vejo
É o proprio ser humano
Criança Louca

Hoje estou estável
A loucura passou
A força brotou

Talvez você tenha se perdido
Na realidade que você mesma criou
Compreendi o desejo da tua loucura
Mas até hoje nao sei a razão

Não estou mais perdido
Mas também não vou voar desatento como antes

Tua balança que tinha asas de um lado
E grilhões do outro lado
Foi quebrada no meu mundo

Restou-me a Liberdade que tanto esperava
Respirar
Mas também não vou voar por ai desatento como antes voava

A magoa é sarada por Cronos
O Deus Tempo é um bom médico

Uma nova vida me espera
Não tenho do que me arrepender
De sentir o que precisei sentir
Aprendi que o medo
A loucura do amor
Tambem são Aliados!

Escrito por Jefferson Rosa em Domingo , 25 de Setembro de 2005 por volta das horas da manha.



- Postado por: Jefferson às 11h41
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